quarta-feira, 6 de junho de 2007

O Tribunal da Consciência


Viajar todos os finais de semana, tem sido algo que motiva mas cansa realmente fisicamente. A disposição de encontrar exemplos melhores, conhecer novas pessoas, e reaplicar a mensagem do Tio Frank Shermann Land com os projetos Sete Passos para São Paulo, tem sido motivadora e faz com que as dores do corpo sejam menores, as renuncias de uma vida social normal.

É evidente que o cargo tem sua notoriedade, mas isso francamente nunca me motivou, até porque isso não traz felicidade, nem mesmo acrescenta muito! Exceto, que ao ser procurado, você conhece maravilhosas pessoas, e algumas poucas que te assediam para ocupar uma função, mas não para trabalho. Mas me preparei muito bem nesses dois anos para identificar isso!

Você não tem como manter um relacionamento amoroso num ritmo desses, seria até desleal. Isso já havia me preparado para suportar, mas fui pego no contra-pé, há pouco mais de um mês de minha posse, encontrei uma pessoa especial, e ela, não pode abrir mão para suportar da minha rotina. Entendo. Não é fácil principalmente quando estou voltando das viagens, ouvir algumas músicas, que relembram o amor, como é ser amado, pra não dizer a dor da separação!

Os amigos são outra coisa que machuca, não poder acompanhar a vida nova de muitos amigos, hoje casados, com filhos, onde alguns irmãos outros não! Todo final de semana viajando, você não consegue manter um contato direto e frequente e isso machuca!

Talvez seja por isso que assino em minhas respostas escritas "forte abraço" ou mesmo quando os encontro, gosto de dar um "abraço forte". Acho que encontrei o motivo! É uma das poucas coisas intensas que posso oferecer hoje para eles.

Minha família nem se fale, tem sido tolerante, mas ao mesmo tempo, implacável nas cobranças do dia-a-dia, fora as responsabilidades que tem sido agora no início tumultuadas, até se ajustar a esse novo formato, de trabalho, viagem e responsabilidade.

O fato de estar viajando, traz para mim, um grande momento de reflexão interna, esses momentos tem sido difícieis e a ausência de uma companhia na parte da viagem, tem sido o tribunal de minhas atitudes.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Diferentes linguas de um mesmo idioma!


Quando adentrei na Ordem DeMolay, a vontade de trabalhar e a força de ser menino, fez com que não visse muitas coisas!

A diferença de pensamento das pessoas, suas idéias divergentes, nunca foram aquilo que mais dominaram minha visão, hoje é o contrário!

Como liderança adulta, você presencia a dificuldade das pessoas em aglutinar, somar, querer buscar algo comum, ou seja, aprender a ceder.

Para ser "homem feito"nos tempos de hoje, é necessário ter firmeza, posições acima de qualquer uma, como também não mudar de opinião de modo circunstancial!

É uma pena, esquecem-se dos momentos importantes de reflexão para que a decisão correta saia, e sabemos que a natureza é emocional quando o tempo não é suficiente.

Numa sociedade rápida e de aparências, aquele que grita mais, ganha. Aquele que reflete, é bonzinho mas não serve!

Precisamos discutir sobre nossas ações, como liderança jovem e adulta!

A capacitação e a reflexão sobre nosso próprio papel na máquina DeMolay é a melhor ferramenta para evitar com que os "donos da verdade" assumam condições de controle.

Espero que depois desse período possamos refletir mais para tomar decisões, amar um ao outro, com firmeza da emoção, e melhor compartilhar as idéias, cedendo, e compondo nossos horizontes, sem medo de "parecer" fraco.

Sejamos corajosos para compor!